Pesquisa mostra que poucos gestores têm dados de viagens centralizados em uma única fonte, o que dificulta relatórios e decisões financeiras
Apenas 12% dos gestores de viagens globais afirmam ter uma visão consolidada de todos os dados de viagens e despesas em uma única fonte, segundo levantamento da GBTA (Global Business Travel Association). A mesma pesquisa aponta que os maiores desafios operacionais do setor são a falta de relatórios consolidados, citada por 63% dos gestores, e a dificuldade de administrar relacionamentos com múltiplas TMCs (Travel Management Companies) ou fornecedores sem uma plataforma unificada, apontada por 52%.
Fragmentação de sistemas dificulta a gestão
Dados de mercado da Phocuswright e da GBTA indicam que empresas de médio a grande porte mantêm, em média, 5,3 sistemas ou instâncias de OBTs (Online Booking Tools) e ferramentas de despesas operando em paralelo. Segundo Delbolina de Jesus, especialista em gestão de viagens corporativas, essa fragmentação é uma das principais causas da perda de visão consolidada sobre o gasto com viagens.
Governança embarcada como resposta
Plataformas de marketplace de viagens corporativas, como a Loupit, apostam em trilha de auditoria em tempo real e governança embarcada em cada reserva como forma de consolidar esses dados em uma única fonte, sem depender de reconciliação manual entre sistemas.
No Brasil, esse tipo de travel tech tem ganhado espaço entre empresas que buscam reduzir a dependência de múltiplos sistemas paralelos.
O que muda para o gestor
Para gestores acostumados a lidar com agência de viagens corporativas tradicional e ferramentas de despesas separadas, a consolidação em uma única plataforma surge como resposta direta aos dados apontados pela pesquisa.