BRASIL

Setor de beleza no Brasil já vale bilhões, mas ainda é informal

Mercado bilionário convive com controles manuais, e gestão digital aparece como caminho de profissionalização

Mercado bilionário convive com controles manuais, e gestão digital aparece como caminho de profissionalização

O setor de beleza brasileiro movimentou mais de R$ 27 bilhões, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), volume que coloca o país entre os maiores mercados globais da categoria, de acordo com a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos). Apesar do tamanho, boa parte dos salões, barbearias, clínicas de estética e estúdios de manicure ainda depende de agendamento por WhatsApp, fluxo de caixa em caderno e cálculo manual de comissões.

A Belasis, plataforma de gestão para negócios de beleza, atua justamente nessa lacuna. O sistema integra automação de agendamentos, controle financeiro e recursos de marketing, permitindo que o empreendedor acompanhe indicadores de desempenho em tempo real e reduza faltas de clientes com lembretes automáticos.

Estabelecimentos que adotam sistemas integrados de gestão registram aumento médio de até 35% no faturamento nos primeiros 12 meses, segundo estudos de impacto operacional da Alexandria Computers e relatórios de mercado do setor. O mercado global de software de gestão para salões deve movimentar cerca de US$ 1,1 bilhão em 2025, com crescimento anual projetado de 14,57% entre 2025 e 2030, segundo dados da Maia Research e da DataIntelo, um indício de que a digitalização do setor é tendência internacional, não só brasileira.

“A gestão digital é o que separa quem estagna de quem cresce no setor de beleza”, afirma Marcelo Bêz, CEO da Belasis. A empresa projeta ampliar sua base de clientes nos próximos meses, apoiada na recuperação do setor e na demanda crescente por digitalização entre pequenos negócios.

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