Manter compromissos corporativos de pé quando o itinerário original é interrompido virou critério central na escolha de fornecedores
Manter um compromisso corporativo de pé mesmo quando o itinerário original deixa de existir é hoje um dos maiores desafios para empresas que dependem de viagens frequentes. A avaliação é da MAAC Travel, agência especializada em gestão de viagens e despesas corporativas, para quem a continuidade operacional em cenários de ruptura virou fator determinante na escolha de fornecedores do setor.
Segundo a agência, a maturidade das travel techs nos últimos anos resolveu boa parte da rotina burocrática das empresas: faturamento automatizado, aprovação de política de viagem em segundos e conciliação de fatura em tempo real eliminaram etapas que antes consumiam tempo de times financeiros e de recursos humanos. Hoje, nenhuma empresa de médio ou grande porte discute se deve digitalizar seus processos de viagens e despesas: a tecnologia é parte da infraestrutura do negócio.
O desafio da continuidade aparece quando a malha aérea, a infraestrutura aeroportuária ou eventos climáticos saem do previsto. Um cancelamento em cadeia de voos ou o fechamento repentino de uma fronteira não é resolvido por um fluxo automático de autoatendimento. Nesses momentos, a operação deixa de seguir uma lógica programada e passa a depender de decisão humana tomada sob pressão, com conhecimento das prioridades daquele cliente específico.
Para Diego Chrispim, gestor de Sucesso do Cliente da MAAC Travel, garantir continuidade nesses cenários exige uma estrutura preparada para agir rápido. “Em cenários normais, o algoritmo entrega a velocidade que a empresa precisa. Mas quando a operação enfrenta uma ruptura crítica, a solução não vem de um tíquete em fila de espera automatizada. Ela depende de um especialista, uma equipe completa que compreenda a urgência daquele compromisso corporativo, tenha autonomia de decisão e acesse canais diretos de fornecedores em questão de minutos”, afirma Diego.
Na prática, isso significa ter acesso a canais diretos com companhias aéreas e redes hoteleiras para contornar gargalos antes que a agenda de um executivo ou de uma equipe inteira seja comprometida. Empresas que não contam com esse tipo de retaguarda correm o risco de perder reuniões, contratos ou prazos importantes por causa de um imprevisto que, com o apoio certo, poderia ter sido contornado em minutos.
A avaliação da MAAC Travel é que a gestão corporativa de viagens não deveria tratar tecnologia e atuação humana como opostos, mas como partes complementares de uma mesma estrutura: a plataforma cuida do volume e da governança de dados no dia a dia, enquanto uma equipe especializada garante que a operação continue funcionando mesmo quando o planejamento original deixa de existir.








