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Daniel Vilela anuncia férias em novembro, e presidente do TJGO deve assumir governo de Goiás

O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), anunciou que pretende se afastar temporariamente do cargo na primeira semana de novembro para tirar férias. Durante o período, o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, deverá assumir interinamente o comando do Executivo estadual. A mudança ocorrerá caso também se confirme o afastamento do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (União Brasil), previsto para a mesma época.

O anúncio foi feito na terça-feira (20), durante a inauguração do novo Fórum Cível da comarca de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana de Goiânia. Até o momento, as datas exatas e a duração dos afastamentos ainda dependem de formalização.

A previsão é que os dois representantes dos poderes Executivo e Legislativo se licenciem simultaneamente, abrindo caminho para que o presidente do Judiciário estadual assuma temporariamente o governo.

Ausência de vice-governador explica mudança temporária

A possibilidade de Leandro Crispim assumir o governo está relacionada à atual linha de sucessão do Estado. Goiás está sem vice-governador em exercício desde que Daniel Vilela assumiu o comando do Executivo estadual, após a saída de Ronaldo Caiado (PSD).

Nesse cenário, o presidente da Assembleia Legislativa é o primeiro na ordem de substituição do governador. Caso Bruno Peixoto também esteja afastado, a responsabilidade passa ao presidente do Tribunal de Justiça de Goiás.

Com a coincidência das licenças, Crispim deverá exercer temporariamente a chefia do Executivo estadual durante o período de férias de Daniel Vilela.

Retorno de Daniel Vilela está previsto após as férias

A transferência do comando do governo será provisória e não representa uma mudança definitiva na administração estadual. A previsão é que Daniel Vilela retome suas funções ao término do afastamento.

O período em que o presidente do TJGO permanecerá à frente do Executivo dependerá da definição e da formalização das datas das licenças do governador e do presidente da Assembleia Legislativa.

Até que os afastamentos sejam oficialmente confirmados, a substituição permanece prevista, sem datas definitivas para o início e o encerramento da gestão interina.

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