Tradição, cultura e solidariedade marcam o Arraiá de São José em Goiânia

Uma das festas juninas mais tradicionais da capital reúne famílias, apresentações culturais, gastronomia típica e ações beneficentes em dois dias de celebração no Setor Oeste. A festança vai começar mais cedo esse ano. O Colégio Externato São José abre a temporada junina com o seu tradicional Arraiá de São José nos dias 29 e 30 de maio, a partir das 16h, na sede da escola, no Setor Oeste, em Goiânia. A programação contará com decoração especial, barraquinhas com comidas e brincadeiras típicas, quadrilhas e show da Banda Forroziá. No primeiro dia, 29/05, as turmas da Educação Infantil e 1º ano inauguram as apresentações de quadrilha; já no segundo dia, 30/05, se apresentam os alunos do 2º ao 9º ano, ao som de todos os clássicos juninos que não podem faltar. Os ingressos podem ser adquiridos na secretaria da escola, de 5 a 22 de maio, pelo valor de R$ 45,00, no 1º lote; de 25 a 28 de maio, por R$ 50,00, no 2º lote; e nos dias 29 e 30 de maio, por R$ 55,00. O evento contará ainda com a arrecadação de donativos para o Gesto Fraterno a Serviço da Vida e da Esperança, projeto por meio do qual a escola se dedica a ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social e instituições sociais.  Serviço: Arraiá de São José Onde: Colégio Externato São José – Entrada pela Rua 18, nº 221 – Setor Oeste, Goiânia – GO.  Quando: 29 e 30/05 (sexta e sábado).  Horário: a partir das 16h. Ingressos: 1º Lote – 05 a 22/05: R$ 45,00; 2º Lote – 25 a 28/05: R$ 50,00; 3º Lote – 29 e 30/05: R$ 55,00.

Quando o diagnóstico não chega: o custo invisível do lipedema no Brasil

Subdiagnosticada, doença leva milhões de mulheres a anos de tratamentos ineficazes, gastos recorrentes e impacto profundo na qualidade de vida Ainda pouco reconhecido no Brasil, o lipedema segue sendo uma condição frequentemente subdiagnosticada e o impacto disso vai muito além da ausência de dados consolidados. Estima-se que cerca de 10 milhões de mulheres no país convivam com a doença, e a grande maioria ainda não sabe. Por trás da dificuldade de identificação, existe um custo invisível que recai diretamente sobre a jornada das pacientes: anos de tentativas frustradas, desgaste emocional e prejuízo financeiro. Anos de tentativa até o diagnóstico A administradora paulistana Leila Alves de Oliveira Lima (foto 3), de 38 anos, levou quase uma década para chegar ao diagnóstico correto de lipedema. Beneficiada pelo programa social da ONG Movimento Lipedema, organização vinculada ao Instituto Lipedema Brasil, ela descobriu a doença apenas aos 29 anos, após uma trajetória marcada por tentativas frustradas. “Foi um: ‘eu acho que você tem lipedema, procura no Instagram’”. Antes disso, passou por nutricionista, endocrinologista, fez uso de diferentes medicações e chegou a realizar cirurgia bariátrica, sob a hipótese de que se tratava apenas de sobrepeso. “Só quando fui fazer as cirurgias plásticas é que me falaram sobre o lipedema”, diz. O diagnóstico correto, com definição de grau e tipo da doença, veio posteriormente, com o Dr. Fábio Kamamoto. Segundo o Dr. Kamamoto, diretor do Instituto Lipedema Brasil, o principal desafio hoje não é apenas tratar o lipedema, mas encurtar o tempo até o diagnóstico correto. Erros comuns que se repetem no caminho Antes de chegar ao diagnóstico correto, muitas mulheres passam anos sendo tratadas de forma equivocada, frequentemente associadas a quadros de obesidade ou orientadas a seguir dietas e abordagens que não tratam a causa real do problema. Nesse percurso, acumulam tentativas frustradas, desgaste emocional e gastos recorrentes com consultas e tratamentos que não trazem resultado. Esse cenário segue um padrão recorrente na prática clínica. “Por conta da falta de conscientização sobre o lipedema, é frequente vermos que entre elas começarem a ter sintomas – que começam na adolescência – e até achar um profissional ou ter uma informação que ajude ela a fechar o diagnóstico, são muitos anos. Não dá para prever quantos, mas são muitos. É muito frequente ver que elas passam por diversos médicos, procuram por uma explicação há muito tempo e que elas conseguem chegar em um diagnóstico por conta própria ou até através de alguma entrevista ou notícia que viram, ou até pela internet/redes sociais”, explica. O autodiagnóstico acaba por acontecer ou por falta de conhecimento ou por falta de respaldo dos profissionais de saúde. “Muitas têm diagnósticos que se confundem com outras doenças como, por exemplo, foram operadas mais de uma vez de varizes acreditando que a dor na perna vinha de uma questão venosa, que até parcialmente pudesse ser, mas que o lipedema continuava lá, assim como a dor e o incômodo. E nenhum desses profissionais trouxe o lipedema como uma hipótese. Então esses caminhos de confusão diagnóstica como, outro exemplo, dizer que é obesidade, colocar a mulher em dieta, em uma idade muito jovem, sem nenhuma eficácia, e com o passar dos anos fazer com que ela desaprenda a comer, desenvolvendo distúrbios alimentares, é algo bastante grave”, avalia. Uma lacuna no sistema de saúde Na prática clínica, esse padrão se repete: pacientes levam anos até obter um diagnóstico preciso, passando por diferentes profissionais e especialidades sem uma resposta definitiva. A falta de reconhecimento do lipedema por parte de muitos profissionais de saúde contribui para esse atraso, ampliando o impacto na vida dessas mulheres. Esse cenário também expõe uma lacuna estrutural no sistema de saúde. Hoje, o Brasil ainda não conta com protocolos clínicos consolidados para o lipedema no sistema público, o que dificulta o diagnóstico e o acesso ao tratamento. Na ausência de políticas públicas específicas, o custo da doença recai majoritariamente sobre as pacientes, tanto do ponto de vista financeiro quanto assistencial. O impacto que não aparece Além do prejuízo econômico, o custo também é emocional e físico. A frustração diante da ausência de melhora, a sensação de falha pessoal e a progressão dos sintomas afetam diretamente a qualidade de vida. Em estágios mais avançados, o lipedema pode trazer dor crônica, desconforto e limitações funcionais que impactam a rotina. Para o médico, o impacto vai além do físico. “Existe um desgaste emocional importante, porque são anos de tentativas sem resultado. Muitas pacientes chegam com a sensação de que fizeram tudo certo, mas ainda assim não tiveram resposta e isso afeta diretamente a autoestima e toda a vida delas”, finaliza. Para além da prevalência A discussão sobre o lipedema precisa avançar para além da prevalência e focar também nas consequências do diagnóstico tardio. Dar visibilidade a essa jornada é essencial para ampliar o conhecimento sobre a doença, acelerar o diagnóstico e evitar que mais mulheres percorram o mesmo caminho de tentativas frustradas até o entendimento da doença que realmente têm. A personagem Leila Alves de Oliveira Lima e o Dr. Fábio Kamamoto estão disponíveis para entrevistas sobre os desafios do diagnóstico tardio do lipedema, os impactos físicos, emocionais e financeiros da doença e o cenário atual no Brasil. Para pautas e agendamentos, entre em contato clicando aqui. Sobre o Instituto Lipedema Brasil O Instituto Lipedema Brasil (lipedemabrasil.com.br) é o primeiro centro de referência de Lipedema no país, criado para compartilhar informações, apresentar a doença para a sociedade e mobilizar milhões de mulheres. É o primeiro no país a dedicar estudos, pesquisas e ensino à população e aos profissionais de saúde. Criado e dirigido pelo Dr. Fábio Kamamoto, que atende pacientes com Lipedema desde 2012. Por meio de uma campanha online, o Instituto luta pela democratização do acesso ao tratamento da doença no país, como já acontece em outros países como os Estados Unidos. Atualmente, a campanha conta com mais de 60 mil assinaturas. Para saber mais, acesse @lipedemabrasil .

2º Encontro do ciclo “Pensando o Mundo Negro” na CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Com a presença das especialistas Janete Ribeiro, Marize Conceição de Jesus e Alessandra Pio, o debate gratuito integra a programação promovida pelo Ipeafro O ciclo de leituras e debates “Pensando o Mundo Negro”, promovido pelo Ipeafro (Instituto Abdias Nascimento de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros), realiza o seu segundo encontro na CAIXA Cultural Rio de Janeiro no dia 27 de maio, às 17h. Após a abertura oficial dedicada ao pensamento social, este segundo encontro coloca a educação no centro do debate, articulando a produção intelectual negra a temas contemporâneos do ensino. O evento é gratuito e busca criar um espaço de escuta e troca a partir da leitura de trechos de livros fundamentais que dialogam com o legado de Abdias Nascimento, disponibilizando também sorteio de livros e emissão de certificados para os participantes. Para aprofundar as discussões sobre as intersecções entre raça e práticas pedagógicas, a mesa contará com a presença de três importantes referências da área: as professoras e pesquisadoras Janete Ribeiro, Marize Conceição de Jesus e Alessandra Pio. A mediação será conduzida por Clícea Maria Miranda, diretora do Ipeafro e curadora do evento. O debate terá como base referencial publicações cruciais como o “Suplemento Didático da Linha do Tempo dos Povos Africanos”, os “Anais do Fórum Educação Afirmativa Sankofa” e a coleção “Cultura em Movimento”, servindo como ferramentas de reflexão para a transformação social por meio do conhecimento. Apresentado pela CAIXA Cultural, com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, o projeto preza pela acessibilidade ao oferecer tradução em Libras e acesso facilitado para pessoas idosas ou com dificuldades de locomoção. Como as vagas são limitadas a 40 pessoas por encontro, os interessados devem realizar a inscrição prévia por meio do formulário digital do evento. Ingressos extras podem ser liberados no local do evento, de acordo com a disponibilidade. O ciclo continuará nas semanas seguintes, abordando temas como Panafricanismo, Poesia, Artes Visuais e Teatro até o final do mês de junho. Pensando o Mundo Negro – ciclo de leituras e debates Local: CAIXA Cultural RJ – Unidade Passeio Rua do Passeio, 38, Centro, Rio de Janeiro Datas: 27/05 17h – Abertura 17h30 – Início das palestras (pontualmente) 19h30 – Encerramento Convidadas: Janete Ribeiro – Mestra em Educação e professora da Educação Básica da rede municipal e estadual do Rio de Janeiro Marize Conceição de Jesus – Doutora em História Social, professora na rede pública do estado do Rio de Janeiro Alessandra Pio – Doutora em Educação e professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro  Mediação: Clícea Maria Miranda – Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Graduada e mestra em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Diretora de preservação e gestão do acervo no Ipeafro. Referências: Suplemento didático da Linha do Tempo dos Povos Africanos – Elisa Larkin Nascimento Anais do Fórum Educação Afirmativa Sankofa – Elisa Larkin Nascimento Cultura em Movimento – Coleção Sankofa Consulte a programação completa e a classificação etária no link do evento site da CAIXA Cultural: www.caixacultural.gov.br @caixaculturalrj Entrada gratuita Inscrições no link:  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdFYOhMO57wHisMwc9SQKKG4h3yR8YOqvcbYWLWXbUzFEYswg/viewform?usp=header   Horários da bilheteria: terça a sábado, 13h às 19h, e domingos e feriados, 13h às 18h. Informações: (21) 3083-2595 Realização: Ipeafro (Instituto Abdias Nascimento de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros Apoio Cultural: Instituto Ibirapitanga e Fundação Tide Setúbal Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil

A maior revolução da IA não está na tecnologia, está nas pessoas

Vivemos um daqueles momentos raros da história em que a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta de apoio para se tornar uma força capaz de reorganizar a sociedade, a economia e até a forma como pensamos. Foi assim com a eletricidade. Com a internet. Com o smartphone. E agora estamos entrando, definitivamente, na era da Inteligência Artificial. Mas existe um erro muito comum quando falamos sobre IA: tratá-la apenas como uma evolução tecnológica. Não é. A Inteligência Artificial representa um salto civilizatório. Ela está mudando a maneira como trabalhamos, aprendemos, consumimos, nos relacionamos e tomamos decisões. Está alterando modelos de negócio, acelerando transformações geopolíticas e criando uma nova dinâmica entre seres humanos e máquinas. No São Paulo Innovation Week, compartilhei uma reflexão que venho amadurecendo há algum tempo: em poucos anos será difícil imaginar a vida sem um agente pessoal de IA, da mesma forma que hoje é impossível imaginar o cotidiano sem um celular. E talvez o ponto mais importante seja este: as pessoas começarão a ser percebidas de maneira diferente, dependendo da sua capacidade de trabalhar junto com agentes de IA, e isso muda tudo. Ainda existe quem enxergue a IA apenas como um sistema de perguntas e respostas, mas as organizações que estão realmente avançando são aquelas que entenderam que a IA não serve apenas para automatizar tarefas; ela serve para redesenhar processos, redefinir funções e reinventar o próprio trabalho. Eu mesmo já utilizo agentes que se encarregam de tarefas do meu dia a dia, com extrema eficiência, recuperando, por exemplo, informações discutidas anos atrás, identificando conexões improváveis e sugerindo caminhos que talvez eu não percebesse sozinho. Não se trata de substituir o pensamento humano, mas de ampliar nossa capacidade de análise, memória, criação e decisão. É exatamente sobre isso que escrevo no livro “O mindset da IA: ela pensa, você decide”. O ponto central não é a tecnologia em si, mas a mudança de mentalidade necessária para conviver com ela. Porque a grande transformação não acontecerá apenas nas máquinas. Ela acontecerá em nós. Claro que existem receios legítimos. Toda grande transformação tecnológica gera medo. A história sempre foi assim. A chegada da eletricidade eliminou profissões. O computador também. A internet idem. A pergunta não é mais se a IA fará parte da nossa vida. Ela já faz. A verdadeira pergunta é: quem aprenderá a evoluir junto com ela? Porque o impacto da IA no mercado de trabalho provavelmente não será uma simples troca entre humanos e máquinas. O que veremos é uma substituição de tarefas específicas, ao mesmo tempo em que surgirão profissões inteiramente novas, muitas das quais ainda nem conseguimos nomear. Já aconteceu antes com datilógrafos que desapareceram. Ascensoristas também. Telefonistas idem. Em compensação, nasceram desenvolvedores, designers digitais, especialistas em dados, criadores de conteúdo e inúmeras funções que seriam inimagináveis décadas atrás. As máquinas continuarão evoluindo rapidamente, mas o verdadeiro diferencial competitivo do futuro será a nossa capacidade de evoluir junto com elas, sem abrir mão daquilo que nos torna humanos.

Blau Farmacêutica participa de seminário internacional em Portugal sobre convergência regulatória

Evento aconteceu em Coimbra A Blau Farmacêutica, empresa de atuação regional, com forte presença na América Latina, líder no segmento hospitalar farmacêutico e pioneira em biotecnologia no Brasil, participou pelo terceiro ano consecutivo, em meados de maio, do Seminário Internacional “Portugal-Brasil: Convergência Regulatória – Caminhos e Perspectivas para Harmonização dos Princípios e Normas de Vigilância Sanitária”, promovido pela Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, em Portugal. O encontro reuniu autoridades sanitárias, especialistas e representantes da indústria farmacêutica brasileira e portuguesa para discutir os avanços, desafios e oportunidades relacionados à harmonização regulatória entre Brasil e União Europeia, além de temas ligados à inovação, acesso, sustentabilidade e biotecnologia. Representando a Blau Farmacêutica, Mariana Alegre, Diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios, apresentou o painel “Acordo Mercosul–União Europeia e o Futuro da Regulação Sanitária: novos desafios e oportunidades para o setor farmacêutico”. Já Uilberson Silva, Diretor-presidente do Inventta – ICT, atuou como moderador da discussão “Biológicos e Biossimilares no Século XXI: Intercambialidade, Novas Tendências dos Estudos de Comparabilidade e Ampliação do Acesso”, temática diretamente conectada ao avanço da biotecnologia e à ampliação do acesso a terapias de alta complexidade. Com exportação para mais de 20 países e atuação pioneira no desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos no Brasil, a Blau Farmacêutica reforça, com a participação no seminário, sua estratégia de expansão internacional e sua contribuição para o fortalecimento do diálogo regulatório global. Anticorpos Monoclonais (mAbs) Considerado um dos pilares estratégicos da companhia para os próximos anos, a Blau Farmacêutica também avançou de forma significativa em seu projeto de anticorpos monoclonais (mAbs). Em 2025, a empresa recebeu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) para o processo produtivo de um IFA, produzido na sua fábrica de IFAs Biotecnológicos e usado no desenvolvimento de um dos seus anticorpos monoclonais biossimilares que está em estágio avançado de desenvolvimento, um dos medicamentos mais vendidos do mundo no tratamento de diversos tipos de câncer. Conduzido em parceria com o Inventta – ICT, o projeto mobilizou mais de 200 especialistas, entre cientistas, pesquisadores clínicos e profissionais de assuntos regulatórios. Para a Blau Farmacêutica, discussões como as propostas pelo seminário ajudam a levar e mostrar para o mercado global o potencial da indústria brasileira, visando o mercado interno e externo. SOBRE BLAU FARMACÊUTICA Com mais de 35 anos de trajetória, a Blau Farmacêutica (BLAU3) é uma empresa de atuação regional com forte presença na América Latina, líder no segmento hospitalar farmacêutico* e pioneira em biotecnologia no Brasil. Está presente na América Latina, incluindo Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai, e nos Estados Unidos por meio da Hemarus (nossos centros de coleta de plasma) com medicamentos próprios comercializados globalmente, com exportação para mais de 20 países. Opera cinco fábricas de medicamentos no Brasil e planta de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), equipadas com tecnologia de ponta e sistemas integrados de monitoramento e controle, seguindo os mais rigorosos padrões de boas práticas das agências reguladoras internacionais Possui atuação em três unidades de negócios: Onco-Hemato e Especialidades, Farma/ Varejo e Estética. A Blau está presente em mais de nove mil instituições do mercado hospitalar* (* fonte: IQVIA 2025). https://www.blau.com/

Megapix exibe Maratona ‘Minions’ com cinco filmes da franquia ‘Meu Malvado Favorito’

Programação especial vai ao ar na sexta (dia 29), a partir das 14h05 Na sexta (dia 29), o Megapix apresenta a Maratona ‘Minions’, que exibe em sequência cinco filmes da franquia ‘Meu Malvado Favorito’, a partir das 14h05. ‘Minions’ — primeiro spin-off da franquia ambientado na época em que os pequenos serezinhos amarelos ainda não eram os fiéis escudeiros de Gru — abre o especial. Em seguida, às 15h50, será exibido ‘Minions 2: A Origem de Gru’. Na história, os minions ajudam o pequeno Gru a entrar no clube de supervilões. ‘Meu Malvado Favorito’, que vai ao ar às 17h30, apresenta Gru, que adota três irmãs com o intuito de, com elas, conseguir roubar a lua. Às 19h15, vem ‘Meu Malvado Favorito 2’, em que Gru deixa sua vida de vilão para se dedicar à criação de suas filhas. ‘Meu Malvado Favorito 3’, em que Gru é demitido e, ao mesmo tempo, descobre um irmão gêmeo, encerra a maratona às 21h. Maratona ‘Minions’ Sexta, dia 29, a partir das 14h05. Minions (2015) Sexta, dia 29, às 14h05. Sinopse: Antes de conhecer Gru, os minions buscam desesperadamente um chefe para servir. Eles viajam até Orlando, onde ocorre uma grande convenção de vilões do mundo todo, e se encantam pela cruel Scarlet Overkill. Ao começarem a trabalhar pra ela, os três seres amarelos aprontam todas. Diretor: Kyle Balda e Pierre Coffin Vozes de: Jon Hamm, Sandra Bullock e Steve Carell Animação | Livre | USA | 90’ Minions 2: A Origem de Gru (2022) Sexta, dia 29, às 15h50. Sinopse: Em 1976, Gru fracassa ao tentar entrar para um grupo de supervilões e rouba uma pedra preciosa para eles. Em apuros, ele conta com seus fiéis Minions para ajudá-lo. Diretor: Brad Ableson, Jonathan Del Val e Kyle Balda Elenco: Alan Arkin, Julie Andrews, Michelle Yeoh, Pierre Coffin, Steve Carell e Taraji P. Henson Animação | Livre | USA | 84’ Meu Malvado Favorito (2010) Sexta, dia 29, às 17h30. Sinopse: O supervilão Gru, com ajuda de seus minions, planeja roubar a Lua. Quando ele vê a possibilidade de seu plano dar certo através de três irmãs, ele decide adotá-las. Diretor: Chris Renaud e Pierre Coffin Vozes de: Jason Segel, Julie Andrews, Miranda Cosgrove e Steve Carell Animação | Livre | USA, FRA | 92’ Meu Malvado Favorito 2 (2013) Sexta, dia 29, às 19h15. Sinopse: Gru deixou sua vida de vilão e agora se dedica às filhas, porém a liga Antivilões tem outros planos: fazer com que ele combata um poderoso criminoso ao lado de Lucy. Diretor: Chris Renaud e Pierre Coffin Vozes de: Benjamin Bratt, Kristen Wiig, Miranda Cosgrove, Russell Brand e Steve Carell Animação | Livre | USA, FRA, JPN | 95’ Meu Malvado Favorito 3 (2017) Sexta, dia 29, às 21h. Sinopse: Gru e Lucy são demitidos por não conseguirem capturar um antigo vilão que voltou a aterrorizar a cidade. Porém, Gru descobre um irmão gêmeo perdido a quem vai se aliar. Diretor: Kyle Balda e Pierre Coffin Vozes de: Kristen Wiig, Miranda Cosgrove, Nev Scharrel, Steve Carell e Trey Parker Animação | Livre | USA | 86’ Conheça o MEGAPIX Feito de grandes sucessos, o Megapix é o canal de filmes mais assistido da TV. Possui uma linguagem jovem e o maior e mais recente acervo do pacote básico com filmes de todos os gêneros, campeões de bilheteria, produções do cinema mundial, independente e nacional.

Viva La Vida brinda o bem-estar em experiência exclusiva de wellness em Campinas

Marca reuniu convidadas para uma manhã de pilates, meditação, gastronomia funcional e apresentação do novo espumante Zero Álcool e Zero Açúcar A marca de espumantes Viva La Vida promoveu, no último sábado (23), a primeira edição do Viva La Vida Wellness Experience, encontro exclusivo realizado em Campinas que reuniu saúde, bem-estar e lifestyle em uma programação voltada à qualidade de vida. A experiência contou com aula especial de pilates conduzida pela professora Bruna Lemos e uma sessão de meditação guiada pela health coach Mariana Ruete. Em um ambiente intimista, amigas e convidadas da marca participaram de momentos dedicados ao autocuidado, à conexão e ao equilíbrio. Um dos destaques da manhã foi a apresentação do novo Viva La Vida Zero Álcool e Zero Açúcar, lançamento desenvolvido de forma natural e alinhado às tendências de consumo consciente. A novidade chega ao mercado como o primeiro espumante naturalmente desalcoolizado da categoria, preservando sabor, leveza e sofisticação sem recorrer a processos químicos para retirada do álcool. A programação também incluiu um café da manhã funcional com opções sem glúten, sem lactose e sem açúcar, além de doces fitness, estação de cafés com barista, seleção de chás e uma elegante mesa posta assinada pela Table For You. Com a iniciativa, a Viva La Vida reforça seu posicionamento voltado à longevidade, ao bem-estar e à criação de experiências que unem prazer, equilíbrio e sofisticação em novos momentos de consumo.

Após sucesso nos EUA, Gabriela Kulaif estreia no Brasil longa de Hollywood baseado em sua própria história

“BitterSweet”, disponível na Apple TV e estrelado também por Erik Marmo, William Baldwin e Steven Martini, acompanha uma família atravessada pelo autismo, crises emocionais e processos de cura  Depois de circular por festivais internacionais, conquistar espaço no mercado norte-americano e emocionar plateias nos Estados Unidos, o longa “BitterSweet” finalmente chegou ao público brasileiro neste mês. Disponível na Apple TV, o filme é inspirado na própria história da atriz e produtora brasileira Gabriela Kulaif e acompanha os dilemas de uma família atravessada pelo autismo, crises emocionais e processos de cura em uma trama estrelada também por Erik Marmo, William Baldwin e Steven Martini, marido da atriz e autor do roteiro. “O lançamento no Brasil é muito pessoal para mim, porque é meu país. Fica difícil separar essa emoção. Eu estava contando os dias para o filme chegar aqui, porque vinha sendo cobrada não só por amigos e família, mas também pelo público brasileiro que acompanhou a trajetória do longa desde o lançamento nos Estados Unidos”, conta Gabriela. Uma história real transformada em cinema A trama nasceu a partir de uma experiência extremamente íntima vivida pela família da atriz. Steven Martini foi diagnosticado no espectro autista após episódios severos de ansiedade durante o casamento dos dois. No filme, Gabriela interpreta Gigi, personagem inspirada nela mesma. “A Gigi é uma versão antiga de mim. Mudei muito depois de tudo o que aconteceu. Apesar de ter deixado marcas profundas, hoje é uma memória mais distante”, diz. “Enxergo que tudo o que aconteceu foi perfeitamente orquestrado para o meu aprendizado e crescimento. Hoje sou mais forte graças a tudo o que passei.” “A arte ajudou na cura” Gabriela também conta que assistir ao filme atualmente provoca sensações diferentes das que viveu durante as gravações. “Estar envolvida na produção de um filme traz um olhar completamente diferente como espectadora.” Segundo a atriz, o verdadeiro termômetro passou a ser a reação do público. “Ver o filme ganhar festivais e acompanhar as pessoas assistindo tem sido muito especial.” Gabriela revela que a distribuidora norte-americana responsável pelo lançamento ficou tão impactada com “BitterSweet” que assistiu ao longa três vezes seguidas antes de fechar contrato. “Eles falaram para a gente que não pegam qualquer filme para distribuir. Assistiram ao filme três vezes no mesmo dia de tanto que gostaram.” Brasil segue presente na forma de atuar Morando há mais de 25 anos em Los Angeles, Gabriela afirma que nunca perdeu sua essência artística brasileira, mesmo construindo toda a carreira cinematográfica nos Estados Unidos. “Me formei atriz no Brasil, mas atuei aqui nos EUA nos últimos 25 anos. Ainda assim, nunca perdi meu jeito brasileiro de ser ou atuar.” “Los Angeles ama brasileiros. Somos vistos como amorosos, alegres e talentosos. E agora, com o reconhecimento recente do cinema brasileiro, existe um olhar ainda mais forte para nós.” Kulaif, inclusive, não esconde a vontade de atuar novamente no Brasil. “Diretores brasileiros, prazer. Gabriela!”, brinca. Yoga, espiritualidade e novos caminhos Além da atuação, Gabriela mergulhou profundamente em práticas espirituais ao longo dos últimos anos. Kundalini Yoga, Reiki, meditação e exercícios de respiração passaram a fazer parte da rotina pessoal e também da preparação profissional da atriz. “Preciso dessas práticas para viver, para me recarregar e acalmar meu sistema nervoso. A gente vive num mundo cheio de informação e precisa reaprender a respirar e se reconectar consigo mesmo.” Ela explica que leva esse universo diretamente para os sets de filmagem. “Faço visualizações e breathwork antes de entrar em cena.” Continuação já está em desenvolvimento Enquanto “BitterSweet” ganha novos públicos nas plataformas, Gabriela já prepara uma continuação para a história. O novo filme seguirá inspirado na vida do casal, mas terá um tom mais leve e divertido. “A Gigi resolve ir atrás de respostas espirituais em Paris, que é a cidade favorita dela, e o Sam vai atrás dela com o Marcel. O roteiro está muito mais leve e engraçado do que o primeiro.” Desta vez, porém, Gabriela quer viver o projeto de uma forma diferente. “No próximo eu não vou produzir. Quero entrar 100% de cabeça na minha maior paixão, que é atuar.” A previsão é que o novo longa comece a ser rodado na primavera de 2027. Gabriela Kulaif nas redes https://www.instagram.com/gabrielakulaif

Ceará transforma corrida em vetor de turismo e desenvolvimento com expansão do Circuito 21K Terra da Luz

Etapas no litoral e no Cariri reforçam estratégia de conectar esporte, economia regional, patrimônio histórico e experiência turística A consolidação das corridas de rua como fenômeno esportivo e turístico no Ceará ganha um novo capítulo em 2026. A tradicional 21K Terra da Luz passa a operar em formato de Circuito, ampliando sua presença para além da capital cearense e levando etapas oficiais para duas regiões estratégicas do estado: Icaraizinho de Amontada, no litoral oeste, e Crato, no Cariri. A iniciativa reforça o posicionamento da Nova Letra, realizadora da prova, de transformar o esporte em ferramenta de incentivo ao turismo, à economia regional e à valorização de destinos cearenses. Após a etapa de Fortaleza, realizada em maio, o calendário seguirá com provas em Icaraizinho de Amontada, no dia 21 de junho, e no Crato, no dia 28 de junho. Todas as etapas contarão com percursos de 7 km, 14 km e 21 km. As inscrições, assim como a visualização dos detalhes de cada percurso, podem ser feitas pelo site novoticket.com.br. Segundo Fernando Elpídio, diretor do projeto, a criação do Circuito nasceu justamente da proposta de conectar corrida, território e experiência. “A ideia do Circuito 21K Terra da Luz é mostrar que o Ceará possui vocações muito fortes para o turismo esportivo. Queremos construir uma prova que dialogue com a identidade de cada região, movimentando economia, turismo e criando experiências únicas para os corredores” , afirma. Em Icaraizinho de Amontada, a escolha do destino passa pelas características naturais e pelo crescimento do município como referência turística do litoral cearense. Conhecida pelas praias de águas mornas, ventos fortes, dunas e atmosfera rústica, a região atrai visitantes interessados em natureza, esportes náuticos e turismo de experiência. Agora, o município entra também na rota das grandes corridas de rua do estado. “Icaraizinho reúne natureza, qualidade de vida, estrutura turística e uma identidade muito forte de experiência, algo que conversa diretamente com o perfil do corredor atual” , explica Fernando Elpídio. Além do impacto esportivo, a expectativa é que a prova movimente setores ligados à hotelaria, gastronomia, transporte e comércio local, ampliando o fluxo turístico durante o período do evento. Já a escolha do Crato traz outro componente importante para a expansão do Circuito: a força histórica do Cariri nas corridas de rua e a conexão cultural do percurso com a memória da região. Reconhecido como o principal polo de corrida fora da capital, o Cariri foi escolhido também pelo nível técnico e desafiador do percurso e pela homenagem aos 100 anos da chegada da ferrovia ao Crato. Em 1926, a então Rede Ferroviária Federal conectou o município à malha ferroviária cearense, marco importante para o desenvolvimento econômico e urbano da região. Atualmente, a história ferroviária segue valorizada pela revitalização do antigo Largo da RFFSA, que dará lugar ao futuro Centro Cultural do Araripe. Para a organização, levar a prova ao Crato representa unir esporte, patrimônio histórico e pertencimento regional. “Cada etapa do Circuito precisa ter propósito e identidade própria. No Crato, encontramos uma cultura forte de corrida, um percurso desafiador e uma história muito simbólica para o Ceará. Queremos que o atleta viva também essa conexão com o território” , destaca Fernando Elpídio. Para a Nova Letra, a proposta do Circuito vai além da realização da corrida em si. “Hoje, grandes eventos esportivos também geram impacto econômico e ajudam a posicionar destinos. Quando você leva centenas de pessoas para uma cidade, você movimenta pousadas, restaurantes, comércio, serviços e fortalece a imagem turística daquela região. Esse é um dos pilares centrais do projeto” , ressalta Fernado. Ainda de acordo com a organização, o crescimento das corridas de rua no Brasil abriu espaço para uma nova lógica de eventos esportivos, mais conectados à experiência urbana, ao turismo e à ocupação qualificada dos espaços públicos e naturais. “As corridas deixaram de ser apenas competições esportivas. Hoje elas representam estilo de vida, turismo, pertencimento e conexão com os lugares. O corredor quer viver experiências, conhecer destinos e criar memórias. É isso que queremos construir com o Circuito 21K Terra da Luz”, completa Fernando Elpídio.

Milhares de brasileiros deixam o isolamento digital com expansão da internet 4G gratuita em áreas remotas

Programa do Ministério das Comunicações vai conectar 110 localidades até o fim de 2026, ampliando acesso à educação, saúde, serviços públicos e oportunidades econômicas Moradores de regiões remotas do Brasil que ainda vivem sem sinal de celular e acesso adequado à internet começarão a ter uma nova realidade a partir da expansão do programa Comunidades Conectadas. A iniciativa do Ministério das Comunicações, executada pela Telebras, vai levar conectividade 4G, totalmente gratuita, para 110 localidades até o fim de 2026, garantindo mais acesso à educação, serviços públicos digitais, atendimento de saúde, segurança e oportunidades para milhares de famílias brasileiras. Atualmente, o programa já opera em 20 comunidades e vem transformando a rotina de famílias que, até então, viviam sem acesso à internet e à telefonia celular. A iniciativa utiliza estações móveis autônomas conectadas ao satélite da Telebras para garantir sinal 4G em localidades onde não há interesse econômico da iniciativa privada em atuar. Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, ampliar o Comunidades Conectadas significa garantir cidadania, inclusão social e oportunidades para milhares de brasileiros. “Estamos levando conectividade para pessoas que viveram durante anos em isolamento digital. A internet hoje é essencial para estudar, trabalhar, acessar serviços públicos, pedir socorro em emergências e manter contato com a família. Nossa meta é chegar a 110 comunidades até o fim de 2026, garantindo internet de qualidade e telefonia móvel para quem mais precisa”, destacou o ministro. Com a distribuição gratuita de chips, os moradores passam a utilizar internet e chamadas telefônicas diretamente pelo celular, conectando comunidades inteiras ao ambiente digital. A chegada do sinal transforma a vida da população, impulsiona pequenos negócios, facilita transações financeiras, melhora o acesso à educação e fortalece os atendimentos de saúde e segurança. O presidente da Telebras, Hermano Albuquerque, reforça que o programa representa a presença concreta do Estado brasileiro em regiões historicamente desconectadas. “O Comunidades Conectadas mostra, na prática, o papel estratégico da Telebras na execução de políticas públicas. Estamos levando conectividade 4G para localidades onde esse serviço ainda não existia de forma adequada, utilizando nossa capacidade satelital para transformar inclusão digital em presença concreta na vida das pessoas. É um projeto que aproxima famílias, amplia o acesso a serviços essenciais e fortalece a cidadania”, afirmou. Transformação na vida da população O impacto do programa já é percebido pelas comunidades atendidas. Com o acesso à internet móvel, moradores conseguem realizar operações bancárias, acessar serviços públicos, estudar à distância e manter contato com familiares em outras cidades e estados. Líder comunitário no povoado de Rampa, no município de Humberto de Campos (MA), Genival conta que a conectividade mudou a rotina da comunidade. “A internet ajuda até para fazer um Pix no comércio. Ou quando a gente precisa mandar uma mensagem ou falar com a família em casos de emergência. Isso melhorou muito a vida de todos nós aqui”, relatou. Em Axuí (MA), o morador William Santos afirma que a chegada da internet ajudou a reduzir um histórico de exclusão social. “A internet era para poucos. Muitas famílias humildes não tinham acesso para estudar ou se comunicar. Esse projeto facilitou a vida da comunidade inteira”, disse. Já em Flexeiras (MA), o morador Amós destaca o impacto positivo para a população idosa. “As pessoas mais velhas usam muito para conversar com familiares que moram em São Luís e até fora do estado. Isso aproximou as famílias”, contou. Com a expansão para mais 90 localidades, o Ministério das Comunicações reforça o compromisso do Governo do Brasil em reduzir desigualdades e garantir que a transformação digital chegue também às regiões mais distantes do Brasil.